Esse assunto para os entendedores e profissionais da área é bem polêmico. Quer saber por quê? Te explicamos.

Os bigodes já foram vistos de várias formas através da história. Na Grécia Antiga, estava associado à sabedoria; em Roma, simbolizava potência sexual, criatividade e status. No começo do século 20 foi adotado por grande parcela dos profissionais da área da educação; nos anos 70, continuava sendo atrelado à masculinidade; logo após, nos anos 80, começar a ser adotado pela sociedade gay e virou símbolo de aderência homossexual.
Quebrando tudo isso, eles sumiram muito de cena nos anos 90 e agora retornam aos rostos masculinos. Podemos ver que o bigode não é simplesmente o deixar crescer os pêlos do rosto, significa todo o contexto de uma época, um estilo a ser seguido ou não. Estilo: palavra de ordem.
Muitos de nós fazemos só a barba e não aderimos à onda do bigode por achar aquilo retrô, que vai lhe deixar infinitamente mais velho ou que simplesmente não têm estilo para usá-lo. Aí entra o design, existe uma infinidade de opção de estilos: aquele mais mexicano, o mais sério, o mais charmoso, o de homem de negócios, o de “estou na moda e não abro mão disso” e muitos outros.
Alguns acreditam que deixar a cara “limpa” passa maior credibilidade, pois dá uma aspecto mais limpo e cuidado ao rosto. Mas, por outro lado, que mulher vai resistir a um bigode bem feito, ainda mais se cuidarmos muito bem deles? Para lhe deixar com vontade, veja o vídeo a seguir:
Agora, lhes proponho um desafio: que tal deixá-lo crescer e dar uma passadinha aqui na Fígaro para os nossos barbeadores deixar o seu bigode com um estilo próprio e combinando com você?








